Pulseiras e tornozeleiras ajudam a polícia a encontrar pessoas com Alzheimer e Autismo em Chicago

06/01/2010 por 4

Seguramente recuperar hoje uma pessoa desaparecida com autismo ou Alzheimer dependente de boa sorte ou da bondade de estranhos. Mas uma nova tecnologia está começando a ajudar a polícia a tornar estas situações um evento mais metódico.

Empregando o mesmo equipamento de rádio freqüência  utilizado para estudar o comportamento dos animais selvagens, uma companhia de Illinois Downstate está a fazendo a busca de pessoas com necessidades especiais uma tarefa mais rápida e fácil.

O tempo médio que o dispositivo leva para encontrar uma pessoa desaparecida é de 30 minutos. Embora o equipamento de localização tenha apenas um intervalo de 1 milha, raramente os “desaparecidos” ultrapassam essa faixa, os cuidadores logo percebem a falta do cliente e logo começam “as buscas”.

Os equipamentos têm transmissores no pulso ou no tornozelo projetados para não sair facilmente, o custo fica em torno de 250 dólares.

A polícia de Schaumburg (Chicago)  vai começar a usar o sistema agora em janeiro, após o treino e experiência de uso de seis a oito agentes por turno. Já há pedidos de quatro famílias potenciais. Em outras regiões de Chicago o equipamento já está sendo usado.

Um residente Schaumburg, Jill Kelly, disse que soube do sucesso dos dispositivos após o seu próprio filho autista, Jason, desenvolver o hábito de fugir de casa à procura de botões para apertar em vídeos e equipamentos de som nas casas de outras pessoas.

“Minha filosofia é ele (Jason) não se machucar”, disse Kelly. ”Eu só o quero seguro na sua cama todas as noites… e  esta é apenas uma rede de segurança, não quero jamais usá-la! mas se precisar fazer isso, e vamos encontrá-lo mais rápido, e isso é fantástico.”

Bem, deve ser estranho colocar pulseiras e tornozeleiras em alguém, mas se pensarmos sob o ponto de vista do pai Jason… eu ficaria também tentada a experimentar.

Fonte: Daily Herald

Abraço,

Ana Katharina Leite

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Tecnologia

Sobre o autor

Terapeuta ocupacional graduada pela UFPE. CREFITO 10476. Especialista em Tecnologia Assistiva pela UNICAP. Mestre em Design e Ergonomia pela UFPE. Administradora e colunista do reabilitacaocognitiva.org.

4 comentários to “Pulseiras e tornozeleiras ajudam a polícia a encontrar pessoas com Alzheimer e Autismo em Chicago”

  1. admin disse:

    Olá Priscila! Infelizmente não conhecemos nada parecido no Brasil. Qualquer novidade aviso aqui no blog. Abraços. Ana P.

  2. Prisicla disse:

    Como eu consigo isso? preciso meu avô tem alzheimer ficou desaparecido durante 19 dias.. achamos ontem.. em um hospital muit debilitado como faço para ter uma pulseira dessa? me ajudem

  3. admin disse:

    Pois é, Cris. Depender nunca é legal, seja fisicamente, emocionalmente, etc. Autonomia e independência são palavras que todos querem que façam parte do dia-a-dia. Abraços!!

  4. cris peixoto disse:

    Eu Adoreiii a matéria, nuss eu tbm adoraria experimentar, pois como vc disse depender de estranhos nem sempre tem um final feliz né rsrsr Bjs

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