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	<title>Comentários sobre: Como introduzir um cuidador formal?</title>
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		<title>Por: Eliana</title>
		<link>http://www.reabilitacaocognitiva.org/2010/07/como-introduzir-um-cuidador-formal/comment-page-1/#comment-9770</link>
		<dc:creator>Eliana</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 14:37:25 +0000</pubDate>
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		<description>Cuidador um mal necessário.Raramente na própria família se tem um cuidador informal com o dom de cuidar, o que acaba refletindo nos profissionais que colocamos dentro de casa. A família em regra é impaciente, não aceita. Por outro lado, como todos são humanos, seres inacabados e distantes de serem a imagem de perfeição do Criador,é muito difícicl peneirar um bom cuidador. A profissão hoje está vulgarizada, noto que qualquer pessoa, desde zelador de prédio a enfermeiros com graduação estão se apresentando para ocupar esta função, tão próxima da família e das suas íntimidades, que lhes eria necessário ter um mínimo de percepção humana, sensibilidade, mas infelizmente é só mais uma função que qualquer despreperado se candidata.Ressalto, no entanto, que raros são aqueles que tem o DOM e exercem sua função com maestreza ímpar., o resto sem formação encontrou um meio de ganhar de dinheiro, dizem que os velhinhos ou doentes estão muito agitados e precisam de remédios para contê-los, relatam situações que exige da família muita calma, discernimento e tempo, coisa que infelizmente não temos.Meu consolo é que um dia estes cuidadores podem ter de necessitar um dia serem cuidados e aí como será? Eles pensam nisso? Não acham que são eternos, porque aqueles que um dia pensarem nisso, passarão a cuidar de maneira diferente, com o verdadeiro altruísmo ou até mesmo profissionalismo que a funçaõ exige,mas é tudo da boca pra fora. Eles não sentem Amor, só fazem o discurso que escolheram a profissão por amor.Enfim,...o encargo é sempre da família, se o cuidador não for bom, a culpa é da família, que está ausente~. Infelizmente nem toda família consegue estar próximo, mas o que fazer, tirar os velhinhos de sua casa e trazer para a nossa ?Colocar cÂmeras e ficar de olho nos cuidadores ? Tristeza, nossos pais não nos abandonaram quando éramos crianças, porque deveríamos abndoná-los agora ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cuidador um mal necessário.Raramente na própria família se tem um cuidador informal com o dom de cuidar, o que acaba refletindo nos profissionais que colocamos dentro de casa. A família em regra é impaciente, não aceita. Por outro lado, como todos são humanos, seres inacabados e distantes de serem a imagem de perfeição do Criador,é muito difícicl peneirar um bom cuidador. A profissão hoje está vulgarizada, noto que qualquer pessoa, desde zelador de prédio a enfermeiros com graduação estão se apresentando para ocupar esta função, tão próxima da família e das suas íntimidades, que lhes eria necessário ter um mínimo de percepção humana, sensibilidade, mas infelizmente é só mais uma função que qualquer despreperado se candidata.Ressalto, no entanto, que raros são aqueles que tem o DOM e exercem sua função com maestreza ímpar., o resto sem formação encontrou um meio de ganhar de dinheiro, dizem que os velhinhos ou doentes estão muito agitados e precisam de remédios para contê-los, relatam situações que exige da família muita calma, discernimento e tempo, coisa que infelizmente não temos.Meu consolo é que um dia estes cuidadores podem ter de necessitar um dia serem cuidados e aí como será? Eles pensam nisso? Não acham que são eternos, porque aqueles que um dia pensarem nisso, passarão a cuidar de maneira diferente, com o verdadeiro altruísmo ou até mesmo profissionalismo que a funçaõ exige,mas é tudo da boca pra fora. Eles não sentem Amor, só fazem o discurso que escolheram a profissão por amor.Enfim,&#8230;o encargo é sempre da família, se o cuidador não for bom, a culpa é da família, que está ausente~. Infelizmente nem toda família consegue estar próximo, mas o que fazer, tirar os velhinhos de sua casa e trazer para a nossa ?Colocar cÂmeras e ficar de olho nos cuidadores ? Tristeza, nossos pais não nos abandonaram quando éramos crianças, porque deveríamos abndoná-los agora ?</p>
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		<title>Por: Marlene Ulrichsen</title>
		<link>http://www.reabilitacaocognitiva.org/2010/07/como-introduzir-um-cuidador-formal/comment-page-1/#comment-9586</link>
		<dc:creator>Marlene Ulrichsen</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 14:56:33 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Ana(s)
Outro ponto importante a ser considerado nesta relação se refere à definição de papéis. Algumas vezes percebemos um claro &quot;boicote&quot; por parte de alguns familiares, como se o cuidador fosse ocupar um lugar que não lhe pertence. Trabalho em uma ILPI onde cada idosa tem sua cuidadora e também atendo a domicílio, onde essa postura, por parte da família se torna ainda mais evidente. Além de orientar muito bem o cuidador, a família também deve ser uma preocupação constante em nossa intervenção. 
Outra estratégia que utilizo, e que tem dado bons resultados  em ambos os casos, é trabalhar a autoestima desses profissionais. Desta forma eles se sentem mais seguros para desempenhar seu papel de forma mais eficiente. Na ILPI realizo um trabalho em grupo de cuidadoras com encontros semanais onde estas e outras questões vem a tona naturalmente. No domiciliar, é mais difícil operacionalizar essa prática. Porém com sutileza,  habilidade conseguimos bons resultados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Ana(s)<br />
Outro ponto importante a ser considerado nesta relação se refere à definição de papéis. Algumas vezes percebemos um claro &#8220;boicote&#8221; por parte de alguns familiares, como se o cuidador fosse ocupar um lugar que não lhe pertence. Trabalho em uma ILPI onde cada idosa tem sua cuidadora e também atendo a domicílio, onde essa postura, por parte da família se torna ainda mais evidente. Além de orientar muito bem o cuidador, a família também deve ser uma preocupação constante em nossa intervenção.<br />
Outra estratégia que utilizo, e que tem dado bons resultados  em ambos os casos, é trabalhar a autoestima desses profissionais. Desta forma eles se sentem mais seguros para desempenhar seu papel de forma mais eficiente. Na ILPI realizo um trabalho em grupo de cuidadoras com encontros semanais onde estas e outras questões vem a tona naturalmente. No domiciliar, é mais difícil operacionalizar essa prática. Porém com sutileza,  habilidade conseguimos bons resultados.</p>
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